sábado, 22 de janeiro de 2011

Provas de Fogo


Hoje temos um convidado no Divã!
O texto de hoje é assinado pelo Marcus, um convidado especial que vai expor para vocês o seu pensamento, as suas palavras, a sua opinião sobre o filme Provas de Fogo (dos mesmos criadores de "Desafiando os Gigantes"). Boa Leitura!
Provas de Fogo

Olá caros amigos leitores deste blog! Chamo-me Marcus Laert e estou escrevendo esse texto para as queridas que comandam esse espaço.  Antes de tudo, gostaria de fazer uma pergunta sincera: Vocês já assistiram ao filme “Prova de Fogo”? Se a resposta for sim, parabéns! Caso contrário preste atenção nesse texto.
É um dado estatístico, meio assustador, porém, o número de pessoas que ou se casam ou passam a morar juntas vem crescendo de maneira assombrosa. Da mesma maneira, podemos relacionar isso com a quantidade de casais que estão se separando do nada.  Entre esses termos, fica a seguinte pergunta: O que leva um casal a unir-se e logo em seuida se separarem do nada?
Não é só o amor que conta, pois assim como podemos amar, podemos também odiar nas mesmas proporções. São várias as razões que nos fazem querer construir alguma coisa nessa vida que é breve e longa ao mesmo tempo.  Planejamento a dois, paciência, saber que temos de abrir mão de coisas que gostamos... Tudo isso para fazer dar certa a convivência a dois.
Desde pequenos, tanto o homem quanto a mulher já iniciam uma relação de namoro e começam a conhecer vários valores que poucos dão importância, mas desde cedo, compreendem o real significado por se importarem com o próximo. Nos dias atuais, percebemos que as pessoas não ligam mais para os sentimentos de quem elas realmente gostam e passam a se interessar pelo seu bem próprio. Quando elas param para acordar, se sentem vazias, fúteis e egoístas. O mais engraçado é que no filme citado acima, um dos personagens, após ver o esforço do companheiro (a) para mostrar que o barco é dividido por duas pessoas, fica envergonhada pelo que foi dito e começa a ser mais humilde, corrigindo os erros.
Daí em diante, inicia-se uma provação para mostrar que a cada dia, temos que vencer uma batalha, pular fogueiras e vencer dificuldades para se viver a dois. Quando a protagonista não quer observar o obvio, no filme, deixa-se enganar pelas aparências vistas somente por ela mesma e quando ela resolve acordar, eles ainda ficam juntos, por causa do sinceridade e força do amor dele.
Nada na vida é fácil. A convivência a dois, deveria facilitar muitas coisas, mas finda dificultando e ambos têm que saber abrir mão de coisas que gostam pela felicidade do próximo. Provas de fogo são vividas todos os dias, aonde muitos têm medo, muitos não sabem vencer a batalha e, em consequência, não sabem como sair vitorioso na guerra da vida!
Marcus Laert

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

"Já Tomei Porres Por Você!"


(by Cinthya)

Eu tenho uma amiga que há muito tempo não vejo, mas que é uma pessoa daquelas que passam e deixam uma leva de lembranças agradáveis na memória da gente. Ela, embora mais nova que eu, tinha uma experiência amorosa muito além da minha. Namorar muito era o hobby dela. Certo dia, terminou com o namorado e nada a faria voltar (palavras dela). Até que...



Ele tomou um porre, pegou o carro e parou em frente a casa dela, ligou o som com a música preferida dos dois ("você é minha luz, estrada, meu caminho...") e só saiu de lá quando ela apareceu lá fora para conversarem. Os vizinhos reclamando, os pais dela reclamando e ela achando tudo "muito romântico". Resultado? Casaram. Tudo bem que bem depois se separaram e ela até já tem outra família (ela realemente é muito além de mim!!!). Foi uma história intensa a deles dois.


Eu, confesso, já tomei porres de amor. Daqueles que deixam uma ressaca física (não maior que a ressaca moral) na gente. Que fazem a gente ligar o som no volume máximo 'assassinando' os ouvidos de quem não bebeu, que fazem a gente repetir a mesma música 10, 20, 100 vezes e chorar em todas elas dizendo "Era essa música que ele cantava pra mim. É a nossa música. Escuta como é linda." É uma dor tão grande no peito, sufocando a gente. Daí a gente abraça as amigas e chora, chora, chora e nada nos consola. A gente só quer chorar e beber e ter ele de volta (não necessariamente nessa ordem).


É bom extravasar, colocar para fora a dor, o 'excesso de falta' que fica engasgando a gente, maltratando nosso ego. Uma vontade de olhar para ele e gritar bem alto que "Eu te amo, seu burro! Não tá vendo a merda que você tá fazendo?". E a gente não entende, não consegue entender onde foi parar tudo o que aconteceu, o que dividimos e construimos juntos. E não adianta ninguém explicar que ninguém é de ninguém, que as pessoas são livres para partirem na hora que quiserem. A gente, num porre de amor, não entende isso. "O mundo é muito injusto", é o que pensamos. "Oh Amiga, liga pra ele." e as amigas, coitadas, tentando contornar a situação, correndo para esconder todos os celulares.

Quando o corpo não aguenta mais, a gente é arremessada no banheiro para uma ducha gelada, seguida de um café amargo e cama (Aliás, Oh cama que roda! É complicado equilibrar-se sobre ela!!!).


Depois, a ressaca, a dor de cabeça, os flashs dos micos que foram pagos... Alguns a gente nem lembra. Damos risada com as amigas contando os detalhes, sentimos vontade de matar a engraçadinha que tirou fotos inusitadas. Até que a reunião termina, elas vão embora e a gente se depara com nosso íntimo. E então percebemos que o porre passou, a ressaca passou, mas o coração... Ah o coração! Esse continua doendo pra caramba.

PS. O Ministério da Saúde Adverte: esse é um post politicamente incorreto. Evitem os excessos. Moderação em tudo, menos no amor que, com ou sem porre, é gostoso demais de ser curtido.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

20 de Janeiro. Uma Data. Muitos Acontecimentos.


No dia 20 de janeiro de 2010 o destino me reservava uma surpresa, uma grata, doce e maravilhosa surpresa. Sem eu saber, cruzaria o meu caminho, exatamente nessa data, uma das pessoas mais incríveis que eu já tive o privilégio de conhecer. Alguém que já fazia parte do meu ciclo de amizades, mas eu nunca tinha notado a presença, assim como nunca havia sido notada por ele. Um comentário sobre uma música da Elis foi o bastante para nos aproximar.  Ele se mostrou uma companhia agradável, um sujeito inteligente com uma cabeça muito boa, um bom papo, muitas risadas e um sorriso largo no rosto. Instantâneamente surgiu uma atração absurda, uma química perfeita, uma paixão ardente. E eu era só sorrisos. Essa fase de êxtase se estendeu até meados de fevereiro, quando eu viajei para curtir o carnaval em Salvador e nós nos afastamos, na volta nada foi como era antes. Foi uma breve e linda história. Foi curta, eu sei, mas foi perfeita, necessária, fascinante e muito gratificante. Hoje não há mais paixão, sedução ou desejo, mas há um enorme carinho, grande admiração, bastante respeito e acima de tudo, muita, muita amizade, cumplicidade e parceria. Hoje faz um ano que eu conheci o cara que mudou a minha forma de ver as pessoas, os relacionamento e sobretudo a relação homem x mulher. Hoje ele é um grande amigo, amigo que ainda arranca sorrisos e suspiros, me deixa encabulada e me dá umas bronquinhas de vez em quando. Será para sempre uma pessoa especial. 20 de janeiro de 2010. Uma data que ficará guardada em minha memória, enquanto vida eu tiver.
O que eu não poderia imaginar, é que, enquanto eu estava sorrindo e me apaixonando, nem tão longe de mim tinha uma pessoa chorando, sofrendo e lamentando uma grande perda em sua vida, um trágico acidente de carro desmembrara uma família, tirava o marido e a alegria de viver da guerreira Marcele Alencar criadora do http://naoquerooutrolugar.blogspot.com/ que tomo a liberdade de citá-la, sem pedir autorização. 20 de janeiro de 2010. Um dia que Marcele nunca vai esquecer. Uma triste data que ficará guardada em sua memória, enquanto vida ela tiver.


Na longínqua década de 70 no mesmo 20 de Janeiro nascia Luciano Alves, uma pessoa diferente, que tinha uma missão, um cara muito alegre, esfuziante e cheio de vida que anos depois se tornaria um grande amigo da minha parceira Cinthya. Um amigo sensível, gentil, sincero e muito querido, alguém que traria muita luz e alegria para a sua vida. Mesmo sem saber nesse dia Cinthya ganhava um presente. Dia 20 de janeiro, uma data que ficará guardada em sua memória, enquanto vida ela tiver.


Quantas pessoas, nesse mundo a fora riem e choram nesse mesmo 20 de janeiro?


Pois é... Uma data. Muitas histórias.


Verônica.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Era Uma Vez Um Carnaval...

(by Cinthya)

Tenho muita história para contar. Graças a Deus, sou abençoada de lindas, cômicas e quase inacreditáveis histórias. Talvez por não ter medo de viver, talvez por saber ser feliz com o que tenho (ainda que seja pouco) coleciono pessoas encantadoras que passaram por minha vida e encantaram um pedacinho dela, tornando-se um pedacinho de mim.

Era carnaval em Salvador e eu, claro, estava lá. Era a última noite de festa. Depois de 4 dias inteiros de sol, eu estava com uma pele que não era minha, creiam. Hoje quando revejo as fotos, além da saudade me pego indignada de como me deixei tostar daquele jeito (?!?).

Enfim, voltando ao começo, era carnaval e eu estava com as amigas no Pelourinho (nunca tive grana pra sair em bloco), brincando, pulando, dando muita risada ("e hoje, sou feliz é te ver, com dinheiro ou sem dinheiro, eu me viro em fevereiro"). Sempre gostei muito de carnaval e não importa se brinco em Olinda ou em Salvador, me divirto do mesmo jeito. Estava eu pulando quando uma amiga me mostra um rapaz muito bonito, branco (quase transparente), estatura mediana, olhos firmes a me olhar. Mas ele me olhava muito fixamente. Não demorou e estávamos conversando, ou pelo menos tentando conversar (ele não falava português).

Ciclista, italiano de Trentino-Alto Ádige (uma região bela no nordeste da Itália), calmo, ele estava a passeio e encantado com o que via. De cara percebemos uma grande afinidade e a conversa se estendeu noite afora. Enquanto os blocos passavam, eu e ele conversávamos sobre Dante Alighieri e sua Beatrice, sobre Rafael, Michelangelo e tantos outros assuntos que me encantam, e a ele também. Quando percebemos, o dia já tinha amanhecido. O Bloco da Limpeza já banhava nossos pés com água e sabão e nós ainda estávamos ali, sentados numa das calçadas do Pelourinho a discorrer sobre a odisséia de Dante pelo Inferno, Purgatório e Paraíso.

Marcamos de nos ver na praia, mais tarde. Disse apenas a praia que iria e a cor do biquíni que usaria. Não deu outra, ele me encontrou e a conversa teve continuidade. Agora já não apenas trocávamos palavras, mas também beijos e carinhos, aliás, coisa muito normal para uma afinidade tão grande.

O final da tarde chegou e nos encontrou caminhando pela areia molhada. Era Quarta-feira de Cinzas e nós de mãos dadas ("andar de mãos dadas na beira da praia por esse momento eun sempre esperei"), sorriso nos lábios gravávamos na memória tudo o que podiámos gravar daquele encontro. A noite ameaçava cair e precisamos dizer 'Adeus'. Eu pegaria o ônibus naquela noite de volta para casa e ele o vôo de volta à Itália. Entrei no coletivo e o deixei ali, acenando. Lindo. Ele é lindo de corpo e de alma. Inteligente, sensível e engraçado.

Isso aconteceu há uns 6 ou 7 anos. Ontem recebi um e-mail dele dizendo que o tempo passou... Muito tempo passou, mas ele nunca esqueceu daqueles momentos tão agradáveis e sensíveis que fizeram a viagem dele valer a pena.

Foi um Amor de Carnaval, é verdade. Mas um amor diferente, puro e bom o suficiente para ser recordado sempre.

Enfim, um viva para as Histórias que compõe o nosso Livro!
Pedacinhos de felicidade dispostos num mosaico chamado VIDA!
 

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Mulheres Investidoras

Número de mulheres na Bolsa cresce nove vezes em sete anos.
Ao final de 2009, a BM&F Bovespa contabilizava 136.062 mulheres investidoras. De acordo com os dados, divulgados na última semana, o número é nove vezes maior do que o registrado em 2002, quando 15.030 mulheres tinham o CPF cadastrado em agentes de custódia. No fechamento do ano, elas detinham 24,63% de participação.

Esse foi o título da matéria que li no caderno de economia da página da UOL.
Mais que um monte de dados, essa matéria que foi publicada em 11/01/2011 fala sobre a evolução da mulher também no mercado financeiro. Dia a dia, passo a passo as mulheres vão ganhando força e espaço num território antes totalmente dominado por homens.  É uma evolução notável, e precisamos dar ênfase a esses avanços. Sabem aqueles homens que ficam feito loucos com vários telefones no ouvido e todos falando ao mesmo tempo? Um caos absurdo que um leigo não faz a menor ideia do que eles estão fazendo e como conseguem em meio ao tumulto. Eles são os corretores, negociadores do pregão, e já tem mulher por lá também, é sim! Existem hoje mulheres trabalhando nessa função, antes, exclusivamente masculina, assim como tantas outras. O que eu quero com essas linhas é mostrar para  todas as mulheres que nos lêem que nós podemos. Yes We Can! Claro que podemos. Lembrem-se: A presidente da ANAC é uma mulher, a presidente da Petrobrás é uma mulher, a presidente do Brasil é uma mulher. Todas nós podemos fazer tudo que nos der vontade. Devemos, apenas, nos prepararmos e encararmos como um desafio possível. Já que é possível então, façamos!
Podemos ser mães, mulheres, filhas e profissionais tudo isso ao mesmo tempo. Para tanto, é importante que não pautemos nossas vidas. Não devemos nos reduzir ou limitar nosso trajeto. O céu é o limite.
E mostrar para os homens, que se ainda houver algum tipo de preconceito ou sentimento de superioridade, eu tenho quase certeza que não há, mas, se houver, que se desfaça agora. Estamos na era das possibilidades.
Verônica

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Nasci Para Morrer de Amor (Amor?)


(by Cinthya)

Laís é uma mulher nova, bonita e talentosa. Uma daquelas garotas de subúrbio que tem tudo para se dar bem na vida. Mas a história dela é um pouco diferente disso.
Mãe solteira, Laís conheceu um cara com quem namorou e decidiu dividir o mesmo teto. Ele assumiu o filho de Laís e deram início a uma história turbulenta.
Ciumento demais, Danilo começou a desconfiar de tudo e de todos que cercavam sua mulher, não queria mais que ela trabalhasse ou estudasse. Como Laís não abriu mão do trabalho, Danilo a esperava na esquina todas as noites (sempre em esquinas diferentes), sem avisar, como que em busca de algum flagrante (que, por sinal, nunca aconteceu).
Laís chegou a pedir o fim do relacionamento, saiu de casa. Mas Danilo não a deixou em paz e findaram voltando. Nessas idas e voltas, Laís engravidou. Deu a luz ao segundo filho, dessa vez, filho de Danilo. Estava assim ainda mais presa àquela história de um amor de insucessos.
Certa feita a encontrei e perguntei como estava sua vida, ela disse que estava muito pior do que era antes. Que Danilo não mudara, que na última briga ele a tinha agredido fisicamente, na frente das crianças.
- Caramba, Laís. E vocês se separaram depois disso? – perguntei aflita. 
- Não. Pedi para ele sair de casa, mas ele disse que não sai. Que se eu não quero mais, eu é que tenho que sair.
- E então?
- Então que não tenho para onde ir... Vou levando pra ver onde vai dar.  Se ele me agredir de novo, vou à Polícia. Mas ele não terá coragem de me fazer mal. Sou mãe do filho dele.
Queria ter essa certeza. Mas não tenho. E confesso que fiquei muito preocupada com ela.
Não sei o que prende uma mulher a uma situação dessas. É como se você estivesse vendo o triste fim na sua frente e acreditasse que isso vai mudar num passe de mágica. Acreditar no improvável. Apostar num resultado sendo que o preço da aposta é a própria vida. Tantas mulheres vivem esse drama de se verem presas a uma relação falida e não terem coragem de dar um fim, de voltar a sonhar, de retomar as rédeas de suas vidas. Daí a gente fica a imaginar o que as levam a aceitar isso. Seriam Cinderelas Modernas (ver post http://t.co/5QQ1qnP)?
Laís é tão nova e tão bonita, acredito mesmo que a vida tem muitas outras opções para ela, basta que ela tenha coragem e dê o primeiro passo. Mas eu não posso arrancá-la de lá, não posso fazê-la enxergar sob a minha ótica, sequer posso julgá-la.
- Você não sabe o que eu passo, o que eu escuto dele... (silêncio para uma lágrima)... Mas eu tenho dois filhos. O que você quer que eu faça? - me disse ela certa vez.
- Quero que você seja feliz, Laís. Só isso!

sábado, 15 de janeiro de 2011

Você Tem Fome De Que? Você Tem Sede De Que?

Na irreverente e direta canção de Arnaldo Antunes, Sérgio Brito e Marcelo Fromer que foi sucesso do rock nos anos 80 brilhantemente interpretada pelo grupo Titãs, a canção "Comida" soou diferente aos meus ouvidos hoje, particularmente hoje. Perguntas que não saiam da minha cabeça: Você tem sede de que?
Você tem fome de que?...

"...A gente não quer só comida
A gente quer comida
Diversão e arte
Você tem Fome de que...? "

Exatamente! Diversão e arte, é isso que eu quero. Quero abraçar o mundo.

Eu tenho fome de viajar o mundo, tenho sede de conhecer países, estados e culturas diferentes. Tenho desejos ainda inalcançados e sonhos não realizados. Quero me formar no curso de direito, quero ter um apartamento para decorá-lo como eu bem entender, quero um carro vermelho, quero um emprego que me realize profissionalmente. Quero tanta coisa...  Pra muitos pode ser bobagem, mas pra mim é muito, é importante. E eu vou realizar. São realizações pessoais e intransferíveis, sonhos egoístas e particulares, dos quais, eu não abro mão.

Uma vez na sala de aula numa dinâmica de grupo, a professora nos fez o seguinte pedido: Enumere seus desejos de acordo com suas prioridades. E assim eu fiz:

1- Quero me formar em direito  e passar num concurso publico federal
2- Quero comprar um apartamento, e ter uma cozinha toda branca
3- Quero comprar um carro vermelho do ano
4- Quero conhecer Machu-Picchu e a Itália
6- Quero casar e ter filhos

Para a minha surpresa, muitas meninas da minha sala, colocaram como prioridade 1 o que está em 6º lugar, na minha lista... E no cotidiano, acontece muito, conheço muitas mulheres que sonham em casar e ter filhos, e  fazem disso prioridade. Sabem aquela música do Tim Maia "Não Quero Dinheiro, Só Quero Amar"?
Discordo plenamente, principalmente da parte que diz:
"...Quando a gente ama não pensa em dinheiro
Só se quer amar
Se quer amar
Se quer amar
De jeito maneira
Não quero dinheiro
Eu quero amor sincero
Isto é que eu espero
Grito ao mundo inteiro
Não quero dinheiro
Eu só quero amar
.."

Desculpa, Tim! Mas eu discordo de você. Eu quero dinheiro, não muito, mas o suficiente pra suprir minhas necessidades, satisfazer meus desejos e realizar meu sonhos. Até porque não há amor que resista sem dinheiro. Sejamos práticas. As românticas de plantão podem até discordar, mas gostaria de lembrá-las que até pra te dar um buquê de rosas e te levar naquele restaurante fantástico que você adora, seu amado precisa de grana, tá?

Como já disse, meu mal é que eu sonho demais e planejo de menos. Mas um novo ano está aí, e ele chegou trazendo muita coisa nova, inclusive, a pressa e a necessidade de alcançar os objetivos.
Casamento é consequência. Constituir família? Depois a gente pensa nisso. Encontrar um grande amor? Ok! Mas, sem pressa...

Então, é isso...

Verônica.