quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

"Mudaram As Estações"


(by Cinthya)
A gente entra numa relação afetiva e se entrega de forma tão gostosa. É tudo tão harmonioso. As coisas simplesmente fluem. A gente chega a pensar... Aliás, a  gente não chega a pensar que um dia aquilo pode, simplesmente, acabar. E seguimos vivendo e curtindo as delícias de se entregar e de receber.
Até que o tempo se encarrega de acidentar os caminhos, de erodir os sentimentos.  O que era bonito, já não é mais. O que era gostoso, já não tem sabor. E a gente vê a euforia de outrora se transformando, dia após dia, numa angustia. O coração fica pesado, receoso. Ou atacamos ou nos defendemos. Não há diálogo. As trocas de palavras resumem-se em ataque e defesa.
A gente procura um lugar para ficar só, pra deixar vazar essa dor que aperta aqui dentro. E choramos e soluçamos ali sozinhas no nosso cantinho. E são tantas perguntas sem respostas “onde nos perdemos?”, “será que não tem jeito de arrumar tudo de novo?”. Pensamos nas tantas brigas, tantas palavras desnecessárias foram jogadas para fora fazendo sangrar um amor, machucando um ego. E nosso choro não passa, mas à medida que avança, o choro vai nos tranqüilizando, nos lavando por dentro.
Os olhos pousam na mala e a gente busca forças para retirar nossas coisas do armário onde já não nos cabe mais. Parece que alguém enfia as mãos em nosso peito e vai arrancando pedaço por pedaço. Mas a gente permanece firme e segue.
Os dias passam, ou melhor, se arrastam. A gente sofre, come o pão que o diabo amassou. Quer sumir de tudo. Quer se esconder de todos. Se pudesse não mais falar, nem sorrir, nem acordar. Mas a gente não pode. E tem que seguir.
De repente (Tá! Nem tão de repente assim!) olhamos no espelho e sentimos aquele estalo. A mudança começa. A gente se permite viver novamente. A gente busca acreditar de novo, sorrir de novo, sonhar sonhos novos.
De coração refeito outra história aparece e a gente se vê limpa e pronta para amar. E pensamos que valeu enfrentar a dor e ser mais forte que ela.
Um dia, uma música nos faz voltar no tempo... E aí percebemos que aquele amor acabado tornou-se uma lembrança. Foi uma parte de nós. Uma lição. Um pedaço de nossa história. Foram páginas escritas de um livro chamado “Minha Vida”. Páginas que precisaram ser escritas, pois nelas nós crescemos, amadurecemos, vivemos coisas boas e ruins, mas, o mais importante de tudo é que VIVEMOS, preenchemos o tempo de nossa existência, de fato, EXISTINDO.
E assim sorrimos, enfim, certas de que histórias são pra sempre. Sem esquecer, claro, que o “Pra Sempre” sempre acaba e nós existimos além dos nossos amores.
Sejamos felizes e, quem sabe, nos vemos na estrada... Estou indo de volta pra casa (pra minha casa).

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Ele Era Só Dela E Fim. Ela Era Só Dele E Fim.



Outro dia, conversando com uma amiga, ela me relatou uma linda história de amor, narrada por um homem. Para tudo! Um homem narrando uma linda história de amor??? É sim! Um homem, e quem ver a história através de uma visão masculinamente sensível também vai se encantar. Vamos aos fatos:

Ele era um menino tímido e de poucos amigos, e como toda criança tímida sofria  muita chacota das demais crianças. Ela, uma menina espontânea e muito extrovertida, popular e querida por todas as crianças. Cresceram unidos e ela se tornou uma espécie de protetora pra ele. Eram mais que amigos, eram parceiros e cúmplices. A adolescência chegou e a amizade permaneceu, como  na infância descobriram muitas coisas juntos, na adolescência descobriram o amor. Começaram a namorar. Um namoro de juventude que durou 10 anos e em seguida veio o casamento. Que vai muito bem, obrigada! São quase 8 anos de casamento num relacionamento total de mais de 30 anos, somando amizade, namoro e casamento.

O que diferencia esse casal de muitos outros é que ele nunca teve outra mulher na vida, e ela por sua vez, nunca conheceu nenhum outro homem. São felizes e satisfeitos com a relação que construíram ao longo dos anos  e diferentemente do que julgam outras pessoas, eles não precisaram ter outros amores para valorizarem o que possuem. O que eu achei mais fascinante foi a forma como ele descreve esse amor, e como ele demonstra satisfação ao contá-la. De fato, é um troféu a ser exibido.
Parece um conto de fadas, não parece? Parece uma história irreal, mas não é. É muito real e acontece aqui, bem pertinho de nós.

Achei linda, sóbria e incomum essa história. Mais ainda por vivermos num mundo tão volúvel de amores tão superficiais e passageiros. Onde a infidelidade parece ganhar cada dia mais espaço nos lares e nas vidas dos casais.

Peço a Deus que abençõe esse super casal e desejo vida longa ao amor dos dois.

Verônica

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

"Bom Pra Caralho, Porra!"


(by Cinthya)

Depois da maternidade as noites de festa tornaram-se quase inexistentes na minha vida. Não que eu não possa mais sair, mas é que para me tirar de perto do Pequeno Príncipe, tem que ser algo que realmente valha a pena.

Pois bem, noite de sexta-feira e Capital Inicial tocando na cidade (coisa muito rara por aqui, diga-se de passagem). As amigas animadíssimas para o show, Papis na área e eu, enfim, saindo do casulo.

Lindamente pronta. Vamos pra night!

Acabei não encontrando as amigas, mas a noite foi maravilhosa. Como é gostoso curtir música boa. Como me permito viajar nas melodias ricas, nos acordes bem tocados. Eu fecho os olhos e ninguém me segura.

Uma onda de energia gostosa percorre meu corpo e eu entro numa sintonia tão perfeita com o Universo que penso: “Cara, que coisa maravilhosa é a vida!”. E como eu agradeço a Deus nessas horas. Alcanço o ápice sem precisar de droga alguma. Entro e saio do Paraíso quantas vezes quiser, de alma limpa de corpo limpo. Pulo, grito, danço, canto, aplaudo e agradeço por eu ser assim do jeito que sou: “Complicada e Perfeitinha” como cantou o Dinho Ouro Preto e o Papis confirmou.

No palco, a música que eu adoro, ao meu lado a presença do grande parceiro, dentro de mim uma alma que nasceu para a liberdade, para ser poesia, para ser simples, para ser feliz, pra ser repleta.

Eu gosto de ser livre, eu gosto de respeitar a liberdade alheia. Não nasci pra infernizar ninguém, nasci pra ser feliz e fico feliz com quem chega pra agregar, pra somar. Sou feliz comigo mesma e isso contagia e atrai pessoas boas para perto de mim.

Costumo agir assim: “A tua sentença é a liberdade que te dou. Voltas se quiseres. Se voltares irás me encontrar livre como sempre fui.”

A arte me faz viva! Renasço dela!

Nesses meus momentos de nirvana (como quando ouvi o Dinho cantar), sinto os acordes vibrarem no mesmo compasso do meu coração, do bombear do meu sangue e penso em como a vida é mágica, penso em tudo de bom e belo que trago dentro de mim. Penso em tudo que eu consegui construir e em como sou rica de valores, de amores, de sabores.

E como disse o Dinho: Foi bom pra caralho, Porra!

“Não procures saber onde estou
Se o meu jeito te surpreende...”

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Naquela Rua Mora Uma Fada...


(by Cinthya)

A minha infância foi uma delícia! A nossa rua, naquela cidade pequena, era recheada de outras crianças que compartilhavam comigo as brincadeiras tantas. Apenas a escola, as refeições e a hora de dormir conseguiam nos tirar da rua e de nossa incansável maratona de jogos, corridas, estórias. Éramos meninos e meninas na rivalidade peculiar àquela fase. Um não podia interferir na brincadeira do outro.

As tardes eram deliciosas. Lembro do cheiro do café, da broa, do 'filhóis' (ninguém vai saber o que é isso!) que minha mãe preparava pra gente. Me recordo também com clareza da hora em que o sol ia embora e que meu pai chegava do trabalho, cansado, mas sempre pronto para nos abraçar. Ele era o dono da família.

Tinha, porém, uma pessoa naquela rua que fazia toda diferença. Uma mulher com alma de moleca. Uma mulher encantadora que tinha uma casa que servia de abrigo para grande parte das nossas brincadeiras. Ela se juntava a nós e a diferença de idade se desfazia nesse instante. Brincávamos de igual para igual. Se havia algum fato mais sério para resolvermos com nossos pais, ela era mediadora, era a nossa advogada (e era uma excelente advogada!). Lembro de um dia em que o meu dente estava molinho, prestes a cair e eu estava sozinha em casa. Corri pra casa dela e ao vê-la me joguei em seus braços aos prantos pedindo que ela me protegesse. 

Ela organizava uns eventos na sua varanda, onde todas as crianças apresentavam algum número de dança, mágica ou alguma outra coisa que encantasse o público. Sim, isso mesmo: tínhamos platéia! Numa dessas apresentações eu fui She-ra (morram de inveja!)!. Só não sei de onde saiu essa She-ra com sobrecarga de melanina, mas tudo bem! O importante é que com ou sem melanina, ganhei o primeiro lugar no concurso.

O tempo passou, a gente cresceu. Fui embora da cidade. Passamos muitos anos sem nos ver. Nesse intervalo eu escrevi um livro e nesse livro tinha uns versos que fiz para ela. Na época da publicação eu lhe enviei um exemplar. Mas não tive notícias ou retorno.

Há uns seis anos voltei na cidade e fui até a casa dela. O cheiro da saudade arrepiou minha alma, atiçou minha emoção. Avistei a casa e entrei. Pedi que a chamassem, mas não me identifiquei. Ela me olhou demoradamente até que me reconheceu. Choramos de emoção. O rosto dela já não era mais o mesmo. Era como se as rugas tentassem em vão esconder a alegria que iluminava aquele semblante tão amado. O seu corpo já apontava o peso dos anos e eu já não era mais a criança levada que fora outrora. Nos abraçamos demoradamente e deixamos aquele cheiro de saudade invadir nosso íntimo. Ela segurava meu rosto com as duas mãos e me olhava com os olhos mergulhados. E eu senti uma vontade tão grande voltar no tempo e vê-la revigorada.

Passada a emoção do reencontro, sentamos. Em nossa conversa eu soube que ela havia tido uma crise depressiva e que foi nessa época que o meu livro chegou às suas mãos. Ela me disse que ao ler os versos caiu num choro tão sentido e que aquele choro lavou sua alma, fez ela entender que a vida tinha muitas coisas boas, lembranças boas e que as crinças dela cresceram, partiram, mas ela permanecia nos nossos corações. Aquilo a ajudou a se reerguer.

Era o mínimo que eu poderia fazer por alguém que fez dos meus primeiros anos um conto de fadas.

Casa de Eutima

Na casa de Eutima eu vivia
Os sonhos mais doces da minha infância.
Era um labirinto de alegria,
Um castelo cheio de esperança.

Lá eu passava quase todo o dia.
Não só eu, mas eu e tantas crinças,
Que Dona Eutima pacientemente acolhia,
Com muita festa e comilança.

Uma reforma por ano ela fazia,
E esperávamos com implicância,
Todas as horas, dias após dia,
Para saber qual seria a mudança.

Virava cozinha o quarto onde ela dormia,
E sala, o quarto das crianças.
Mas a varanda permanecia,
O palco das nossas festanças.

Ah, Dona Eutima, que alegria!
Foi um sonho ser criança.
E a senhora quem diria,
Foi a Fada da Minha Infância.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Eu Não Curto Cantada De Pedreiro.


Não curto mesmo, nem se o pedreiro for um gostosão como esse aí  de cima.

Cantada de pedreiro, na minha concepção, é o ultimo recurso pra levantar a  moral de uma mulher. Há quem goste, existem mulheres que fazem questão de passar por obras e construções só pra ouvir as clássicas como: "Aê gostosa, você é o ovo frito que faltava em minha marmita." Ou ainda: "Isso é que é mulher, e não aquela carcaça que eu tenho em casa." E assim vai.. O repertório é longo e parece que a criatividade desses trogloditas não tem limite.
Levando em conta que o controle de qualidade dessa moçada, não é ISO 9002 e eles usam as mesmas pérolas para todas, exatamente todas as espécies do gênero feminino, aí é que a cantada não tem valor mesmo. Assobiar é uma grosseria sem tamanho não é? Eu acho.

 Eu particularmente, me sinto até ofendia ao ser chamada de "gostosa" por um gaiato que passa na rua, acho feio, baixo e vulgar. Me sinto como uma picanha suculenta no espeto, pronta pra ser devorada. Credo! Já recebi cada cantada hilária, e já até ri de alguma delas, mas essas expressões bizarras eu abomino. Mulher tem que ser respeitada, tem que ser tratada com carinho e não como um frango de padaria.

Esse lance de "me joga no google e me chama de pesquisa" comigo não funciona. Não chama minha atenção. Dependendo do nível provoca, no máximo, um sorriso. Por achar graça, que fique claro.

Portanto se você é homem e costuma usar essas técnicas, aqui vai um conselho: Pare imediatamente. Você vai conseguir, no máximo, criar asco e repulsa na sua pretendida. Se você faz isso apenas para "zoar" a mulherada,  certamente não faz ideia do que elas acham de você.

Se você é mulher e curte esse tipo de manifestação, também tem conselho pra você: Procure já um especialista, você surtou! Mulher poderosa e trabalhada na catilogência não se deixa levar por coisas tão primitivas. Se seu grau de carência chegou a esse ponto, eu lamento, mas você está pior do que imaginava.

Já você, mulher chique  que repudia tais acontecimentos, meus parabéns você é normal! Bem-vinda ao clube!

Verônica

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Quando O Trabalho Não Enobrece A Alma...

 

(by Cinthya)
Alguns dias chegam e nos pegam totalmente desprovidas de vontade. Aliás, uma única vontade permanece: a vontade de não levantar da cama. Mas... Como a nossa gaveta já acumula alguns boletos que aguardam pagamento... A gente levanta e o enfrenta.
Olhar-se no espelho só aumenta a vontade de não ser vista. Olheiras, tintura pedindo retoque, uma espinha, enfim, tudo o que não queríamos ver está ali na nossa frente, aliás, na nossa face. Por mais que se arrume, por mais que se troque de roupa, não adianta, nada fica legal. E vamos nós, carrancudas e introspectivas rumo à batalha de oito horas contra tudo aquilo que não nos faz feliz.
É pisar o pé na empresa e todos te atacam com cobranças, com lembretes, com pedido de favores e você apenas respira e pede calma ao bom Deus... “É apenas mais um dia”, você pensa... Nem no banheiro te dão folga! É impressionante como acertam os piores dias para te trazerem os maiores pepinos. Você se sente abafada, pequena, sufocada. Perdida num mundo que não é seu, num ambiente de dissabores. Não demora muito e o desânimo te engole. O rendimento vai por água abaixo.
Você olha em volta e vê como o seu emprego é chato, te suga e não te faz feliz. Ah se pudesse viver daquilo que se ama fazer! Viver da poesia, da fotografia, do desenho.  E aí você pensa “como deve ser feliz quem trabalha no que realmente lhe dá prazer”. E bate uma pontinha de inveja. Pois você sabe a capacidade que tem de criar e produzir aquilo com que tem afinidade e vê o seu talento sendo esmagado por uma quantia mensal que nem te enrica tanto assim.
É enorme a vontade de pegar a bolsa e sair correndo, sumir dali, de sumir da cidade. Ir para uma praia linda, beber um drinque, comer camarão, ouvir uma música animada e esperar o carnaval chegar. Sem se preocupar com mais nada, apenas curtir.
O ramal toca:
- Já finalizou o relatório? O cliente está aguardando.  – pergunta a voz seca do outro lado.
Você acorda do sonho, volta da praia, cospe o camarão e mete a cara no trabalho, de novo. Vai se acomodando nessa atmosfera sufocante. E a profissão que te realizaria como ser humano, a vontade de trabalhar com aquilo que realmente te dá prazer vai se transformando numa expectativa de que esse dia cinza passe logo e que o amanhã te encontre mais amena, mais leve, mais adocicada... Quem sabe assim você consiga enxergar uma saída para se livrar da tortura que é um trabalho chato!


terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O Que Você Quer Ser Quando Crescer??

O que você quer ser quando crescer????

Quem aqui nunca ouviu essa pergunta? Aposto que todos. Pois bem, eu já ouvi e muitas vezes. Eu sempre fui uma criança sonhadora, eu tinha amigos imagináveis e animais de estimação idem. Hoje eu modifico a pergunta, ela será: Quem você quer ser quando crescer???
Quando temos um sonho e materializamos esse sonho em alguém, ou numa figura qualquer ele fica mais alcançavel, mais paupável. Eu aprendi isso na inocência da minha infância, então, sempre dava personagens aos meus sonhos.

Eu já quis ser a Xuxa, já quis ser a She-Ra, já quis ser a Power Rangers rosa, eu sonhava que era Sílvia Pfeifer (Não me pergunte por quê, mas sempre a achei linda, e elegante, talvez por ela ser magra e sempre fazer papeis super chiques), e outrora tive certeza de ser a Malu Mader, (outra figura chiquérrima que marcou a minha infância, e sua força elegante e meio selvagem sempre despertou meu lado 'justiceira').

Enfim... como toda boa criança eu fui pra lá de sonhadora, acontece que a criança que existe dentro de nós não cresce, (felizes somos nós por isso) ela apenas adormece e hoje vejo o meu lado criança despertar e mais uma vez, como fazia nos tempos de menina, me ponho a sonhar, como uma criança que engatinha tentando dar seus primeiros passos no mundo da letras e na atmosfera bloguística, sinto-me ainda bebê, e assim como naquela época a Xuxa despertava em mim o desejo de ser linda, divertida, famosa e amada, como uma aprendiz de "escrevedora de coisas" eu desejo ser a Martha Medeiros, ela hoje é minha Diva.

A maneira suave e simples como ela escreve suas crônicas me prende e desperta pra algo adormecido em mim, a arte de pensar e esmiuçar coisas simples do cotidiano. A serenidade como ela enfrenta os problemas, ao meu ver bem difíceis, a exemplo da sua separação, me encanta.

A Martha é linda, leve, sucinta, clara e inteligente.

Taí, eu descobri que escrever me dá muito prazer, ao tempo em que tenho a consciência que ainda tenho muito a aprender, mas de uma coisa eu tenho certeza, quando eu crescer eu quero que nem a Martha Medeiros.

E você, o que, ou quem quer ser quando crescer?


Verônica