quarta-feira, 23 de março de 2011

O Amor É Simples


(by Cinthya)

A gente passa os dias idealizando um amor. Aquele amor que chegará e mudará nossa vida para sempre, que marcará cada momento com um romantismo exagerado, escancarado. Com flores no meio da noite, com jantares à luz de velas, com mensagens de “eu te amo” em outdoors espalhados pela cidade.
Sonhamos com o Príncipe, com o Herói, chegando num cavalo (ou carro do ano) branco e com alianças em caixinha vermelha, se ajoelhando aos nossos pés, na saída do trabalho, e dizendo: “Casa comigo?”
Eita, como nós sonhamos...! São noites em claro, ouvindo aquelas músicas românticas que doem até na raiz do órgão mais profundo do nosso corpo humano. E aí pensamos no nosso paquera (aquele roqueiro declarado e sem grana para excessos) chegando com as benditas flores, no bendito carro branco, com as benditas alianças na bendita caixinha vermelha...
Gente... Tem algo errado nessa história! Claro que o fim disso tudo só pode ser uma moça arrasada e decepcionada com o amor. CLARO!
O amor chega do jeito dele. Ele é palpável, ele é real. O amor vai com você de mãos dadas até a farmácia, comprar remédio para seu filho. O amor abre mão de sair na noite de sexta com os amigos só para ficar ao seu lado, deitados, juntinhos. O amor ri dos seus defeitos sem te deixar sem graça. O amor tem um jeito todo encabulado de dizer que você é importante para ele.
Gente, o amor não é lenda, não é algo do que você ouviu falar, mas nunca viu. O amor é simples. Ele não vem em letreiros de neon. O amor não precisa de um carro novo para te levar às alturas. O amor não te dá sensação de queda. Ele é seguro e firme. O amor não prende, não sufoca. O amor é sadio. O amor é natural!
O amor te leva para comer pastel na esquina da pracinha do bairro e, com certeza, você não trocaria isso por nenhum restaurante chique porque não é o lugar ou o pastel que importam. O que importa é ele, é o amor, é o elo, é o cheiro dele, é a mão dele na sua, é o calor do corpo, é o tom da voz, é a proteção que ele te passa.
O amor tem acne, acorda descabelado, tem manias, tem gosto musical diferente do seu. Transpira como todo ser, tosse, chora, se irrita. Gripa, tem febre, dor de barriga, alergia à pimenta. Tudo isso o amor tem e, mesmo assim, você se vê querendo estar mais e mais juntinho dele em todos esses momentos.
O amor nasce pequeno e vai sendo erguido em bases sólidas. Pedra sobre pedra. O amor vai sendo trabalhado no dia-a-dia. A história vai sendo escrita e os dois vão se preenchendo das maravilhas do que é real, do que é concreto e simples... Do amor!

segunda-feira, 21 de março de 2011

A Arte De Começar Tudo De Novo. De Novo!


Diante da tragédia ocorrida no Japão recentemente é impossível passarmos imune frente as cenas mostradas ao mundo inteiro. Impossível não sermos tocados de alguma forma. Impossível não refletirmos. Mas eu não queria falar na tragédia em si, nem dar foco aos fenômenos da natureza como os abalos cismicos e as tsunames tão comuns àquela região.

Meu foco hoje é na capacidade que o japoneses têm de se reerguerem após grandes abalos (literalmente falando). Um país que sofre duros golpes e com frequência, tão pouco favorecido em recursos naturais e em localização geográfica e ao mesmo tanto tão gigantescos e tão ricos. Lá a taxa de natalidade é controlada, os espaço físico é escasso, a mulher é oprimida o povo é tão sofrido, mas eles possuem a incrível capacidade de começar tudo de novo, de novo.

Que possamos aprender com os japoneses e tal qual o fênix ressurgir das cinzas e recomeçar quando parecer improvável. Usando os escombros do desabamento recente como alicerce para a nova construção.
Que aprendamos com o mestre Carlos Drummond de Andrade que nos disse: "Porque eu sou do tamanho daquilo que sinto, que vejo e que faço, não do tamanho que as pessoas me enxergam.... " Diante disso não ter dúvidas de que as construções ou desabamentos que ocorrerem dali em diante será de nossa inteira responsabilidade. Seremos o arquiteto, o pedreiro e o marceneiro da nossa obra.

Quando tudo parecer impossível, lembre-se que ali você estará diante de um ponto de partida. Quando a vontade de desistir vier, lembre-se que ali, exatamente ali, diante dos seus olhos está a chance de recomeçar. O mais bacana de tudo isso é que você tem a chance, muita vezes ímpar, de fazer tudo diferente. Chance essa que nem todos recebem. Então, não perca a oportunidade que lhe sorri.

Eu quero ser igual ao rabo de uma lagartixa e ter uma infinita capacidade de regeneração.

Bom recomeço a todos!

Verônica

domingo, 20 de março de 2011

Um Striptease Mal Sucedido...


(by Cinthya)

Casados há alguns anos, eles adoravam inventar, inovar, achar um jeito de não deixar o casamento entrar em rotina. Dessa forma conseguiam manter sempre aquele clima de namoro onde a gente se pega surpreendendo o parceiro com alguma nova invenção amorosa (ou sexual). De fato, esse é um casamento diferenciado, de sucesso e parceria.
Nesse clima de inovação e surpresas ela decidiu fazer um streap tease, pois lembrara dele falando algo sobre a Demi Moore no seu filme de mesmo nome.
Foi a uma loja especializada em lingerie, comprou a mais sexy (porque a mais sexy tem que ser a mais cara, hein?). Comprou óleos, cremes, gel, bolinhas de óleo, dados e tudo mais que a vendedora indicou (vendedora esperta percebeu que aquele era “O Casal” e empurrou todos os joguinhos de que a loja dispunha). Ao sair da loja com sua sacola cheia ouviu da vendedora sorridente (feliz pela comissão): “Será uma noite inesquecível, hein?”. De fato seria uma noite inesquecível.
A euforia já tomava conta dela. Chegou em casa e começou os preparativos. Um jantar diferenciado, um excelente vinho, as músicas, o ambiente, as pétalas. Deixou tudo organizado. Já com o marido em casa, foi servido o jantar, beberam um bom vinho e ela pediu licença. Precisava se ausentar por 15 minutos. Correu ao quarto. Trancou-se no closet e foi ao banho, passou os cremes, enxugou os excessos com um papel higiênico e pôs a lingerie.
Acionou a música com o controle e o show teve início. O marido estático, respiração ofegante, excitado com o clima.
Ela fez sua performance e deu início a streap tease em si.
Foi tirando as peças e se sentido estimulada pelo olhar de aprovação e desejo do marido. Faltava uma única peça a ser tirada (a calcinha) e o clima já estava alcançando o ápice, clima quente, sedutor, cheio de paixão e de luxúria (mistura perigosa e deliciosa essa, não?). Então ela se despiu da última peça e seu corpo todo já pedia o marido. Mas o marido... Bem, o marido primeiro a olhou com uma expressão de espanto, olhos fixos naquele ponto. E ela esperando o ‘ataque’, mas percebeu a fisionomia dele mudando, mudando até que ele caiu numa gargalhada profunda e sonora que ecoou por toda a sala do apartamento deles.
Ela, não entendo nada, sentiu vontade de chorar e correu pro quarto. Trancou-se, novamente, no closet e foi aí que se viu no espelho... E, tal qual o marido, teve uma expressão de espanto, olhos fixos naquele ponto...
Uma calda branca descia do seu órgão e ela não sabia de onde aquilo havia saído. A primeira impressão foi de medo, mas depois ela a puxou e percebeu então, que o pedaço de papel higiênico tinha ficado grudado no seu órgão sexual.
Primeiro veio a vergonha, mas depois ela gargalhou, gargalhou e foi ter com o marido que a essa altura já chorava de tanto dar risada.
E assim adormeceram, sorridentes, amados e parceiros nas delícias que só uma relação de cumplicidade proporciona.
Jamais esqueceram aquela noite!

sexta-feira, 18 de março de 2011

Meus Oito Anos!

Conforme prometido, sempre que pudesse deixaria um poema, ou um texto para o deleite dos nossos queridos leitores. Eis aqui um dos meus favoritos. Eu li na minha infância em um dos muitos livros que a minha mãe tinha e me apaixonei pois me identifiquei muito. Vejam só vocês aos dez anos eu sentia saudade dos meus oito anos, acreditam?! Mas eu sabia, tinha a certeza de que ainda estava na melhor fase da minha vida, estava na minha infância.

As cicatrizes que trago no corpo revelam a menina levada  e travessa que fui, as lembranças que trago na memória me mostram a criança feliz e abençoada que fui.

Respeitável público. O Divã Dellas orgulhosamente apresenta O Mestre! Com vocês: Casimiro De Abreu.

Boa leitura!



Verônica




 

 

 

 

 

 

Meus Oito Anos



Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!

Como são belos os dias
Do despontar da existência!
- Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar - é lago sereno,
O céu - um manto azulado,
O mundo - um sonho dourado,
A vida - um hino d'amor!

Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!

Oh! dias da minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minhã irmã!

Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
- Pés descalços, braços nus -
Correndo pelas campinas
A roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!

Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo.
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
- Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
A sombra das bananeiras
Debaixo dos laranjais!

 Casimiro de Abreu

E Agora?



A vida é linda né? Tudo é volátil, tudo é relativo, tudo é efêmero. Em questão de segundos e sem mais nem menos muda, se transforma e  você que sempre foi tão seguro de si, se vê na maior dúvida. E agora, o que fazer? Que rumo tomar?

Certo e errado é apenas uma questão de ponto de vista, certo! Mas como saber o que é certo e o que é errado diante de determinadas situações? Como resistir à tentação que ronda a sua vida e está à espreita esperando um vacilo seu para se estabelecer? Se entregar aos desejos é uma delícia, uma loucura deliciosa, mas arcar com as consequências dessa loucura é que são elas. Quer ver pergunte a um diabético que não resistiu a tentação de comer o doce quando foi proibido ou ao alcólatra que não resistiu ao primeiro gole.

Porque tudo que é gostoso ou é ilegal, ou é imoral ou engorda? O proibido dá um sabor a mais numa situação, isso é fato. Mas quando você pondera, geralmente quando está mais sereno, vê que não vale a pena ir pelo caminho "errado" eu prefiro chamá-lo de alternativo. Percebe que o mais seguro, ou mais cômodo é seguir a regra e não fugir do tradicional. O desconhecido assusta. Quando está tomado pelo calor dos acontecimentos quase sempre ignora isso. Então, aqui vai um conselho: Pense bem antes de tomar qualquer decisão, eu estou fazendo isso.

Tem uma frase muito famosa que atribuem a Nicolau Maquiavel "Os fins justificam os meios" segundo ele, não importa se o que você vai fazer é legal ou ilegal, ético ou anti-ético o que importa é que o resultado seja obtido, tanto faz o caminho que você terá de percorrer para alcançar um objetivo, o importante é que você alcance-o.
Quando dizem que uma pessoa é maquiavélica, significa que ela é má, fria, cauculista e não é bem sim, é isso também, mas não é só isso. A base de Maquiavel é a predominância da razão e não da emoção, aja de maneira premeditada e não de maneira precipitada, não se deixe levar pelo calor dos acontecimentos. Conseguir reprimir os desejos e dizer não a si mesmo é um perfeito exemplo. Não me parece nada fácil, mas é assim que é.
Mudando a linha de raciocínio...

Será que é possível outra pessoa te conhecer melhor que você  mesma? Será que essa pessoa teria a capacidade de fazer uma interpretação da sua  personalidade e descobrir coisas em você que você ao menos sabia da existência? Será mesmo que existe pessoas com esse dom? Ou essas afirmativas são apenas para manipular e desestabilizar?

É muita turbulência numa cabeça só, é muita inquietação para um pobre coração. Será que eu resisto a essa crise existencial? Creio que sim, e aposto que ao sair dela terei um monte de experiências para compartilhar aqui.

Alguém aí me arruma uma bússola? Ah, e uma corda por favor!

Beijos, amados!


Verônica

quinta-feira, 17 de março de 2011

"Como Se Não Houvesse Amanhã..."

(by Cinthya)


Na minha rua tinha um senhor de idade que sempre que eu passava com o meu filho ele brincava com o pequeno. Ele dizia o nome de um bicho e o meu filhote imitava. O senhor dava muita risada disso e o pequeno também. Quando nos aproximávamos o Pedro já olhava para ele esperando o desafio. Desde que o Pedro era bebê que esse senhor brincava com ele.
Eu estou conjugando o verbo no passado porque ontem o ciclo de vida desse senhor fechou-se.  Foi algo relativamente natural, um ciclo sem interrupções, sem deixar aquela sensação de “algo quebrado”. Ele teve a sorte de viver muito, constituir família, ter filhos e netos e bisnetos.
Fui visitar a viúva e eu e o Pedro lhe depositamos um beijo na face e ela disse: “Só vocês para me beijarem assim!”. Aquilo me partiu o coração. Eu tenho certeza de que os filhos a amam, de que os netos a amam, mas as pessoas sentem vergonha de expor os sentimentos. Todos nós precisamos de amor, amar e ser amado, beijar e ser beijado, acariciar e ser acariciado.
Quantas vezes nos despedimos de pessoas queridas sem lhes dizer o quanto são queridas! E quantas vezes essas pessoas esperam ouvir isso! A gente sempre acha que vai reencontrá-las amanhã ou daqui a pouco. Nos esquecemos completamente que a vida é um sopro e que nada sabemos sobre os segundos futuros. E só quando as pessoas nos deixam é que pensamos em tudo que queríamos falar e não falamos. Em tudo que sentimos por elas e nunca expomos.
A vida é tão rápida. Se a gente não colorir tudo com as cores do amor, que graça tem estar aqui?
Tratar bem é uma forma de amor, ser gentil é uma forma de amor, sorrir com graciosidade também é forma de amor. Mas, se puder, DIGA, FALE, EXPONHA! Isso faz um bem enorme para quem fala e para quem escuta. Isso salva vidas, sara feridas, enxuga lágrimas (e também as faz brotar, mas nesse caso, lágrimas de felicidade), cura doenças, gera harmonia.
Na minha casa, todos dizem “Eu te amo”. Não era assim no início, mas foi gostoso implantar essa política e ver muros sendo derrubados. O Pedro, meu filho, encanta as pessoas porque ele ama e diz isso a todo instante. Ele me acorda na noite dizendo que me ama. Ele acorda os avós cedinho dizendo que os ama. Ele interrompe o trabalho do pai para dizer: “Papai, te amo não. Te amo é muito.”. Ele é o resultado dessa implantação da Política do Amor no nosso lar.
Quando a gente ama, a gente é muito mais feliz porque nada nesse mundo substitui o amor e é o amor, apenas ele, que alimenta nossa alma! À medida que amadurecemos vamos percebendo que status passa, dinheiro acaba, perdemos o emprego... E quando estamos na pior nos chega um amigo e nos levanta o ânimo. O mesmo amigo que esteve conosco no topo, fica conosco no fundo do poço. E então? Qual o bem maior?

 “É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã.”

E isso é URGENTE!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Está Faltando Alguma Coisa...



Alguém aí já se pegou com a sensação de que "está faltando algo"? É exatamente assim que eu me sinto.

A vida tá boa em todos os sentidos prováveis, em paz com a família, empolgada com os estudos, o blog de vento em popa e dia após dia agregando pessoas novas e maravilhosas ao nosso convívio, tudo transcorrendo na mais profunda harmonia no trabalho, acabei de chegar de uma viagem excelente, a cabeça descansada, o coração sereno... Mas essa inquietação não me larga, sinto que existe uma lacuna que precisa ser preenchida, uma aresta a ser aparada, mas não consigo mensurar com exatidão do que se trata.

As vezes me pego mergulhada numa angústia sem sentido, numa nostalgia triste e não sei o que é. Estou longe do patamar que gostaria, acho que as pessoas se sentem assim meio vazias quando conseguem tudo que almejam, eu ainda tenho um longo e árduo caminho a percorrer antes de me considerar realizada, mas estou feliz, aliás, sou feliz, mas ao mesmo tempo estou triste. É paradoxal, eu sei! Mas é o que eu sinto, o que posso fazer?

A existência de perguntas sem respostas é uma constância em minha vida, com elas eu já não me preocupo mais, aprendi a conviver, mas o que me incomoda é essa melancolia que me cerca. As vezes sinto vontade de fazer algo que dê um giro de 180º em minha vida, mas tenho projetos em andamento que não posso abandonar. Queria largar tudo e começar uma vida nova em algum lugar distante daqui, mas tenho pessoas que precisam de mim e que não posso sequer pensar em abandonar, pessoas essas que eu não saberia viver longe, por exemplo: Minha mãe.

Assim fica difícil... Se nem eu mesma sei o que quero é improvável que consiga algo. Tem uma citação muito famosa que diz: "Nenhum vento é favorável para o marinheiro que não sabe onde vai." É mais ou menos assim que eu me sinto. Ando alternando de um estado de pura alegria para uma tristeza boba. É incoerência, eu sei! Mas não sei dizer o motivo. Não chega a ser uma depressão, nem vontade de morrer, nem preguiça de viver. Nada disso. Mas é a sensação triste de um vazio sombrio.

Já ouvi de uma amiga: - Você precisa é de um amor! Daí respondi: -Mas amor eu tenho, tenho o amor da minha mãe, amor dos meus amigos e amigas... Ela rebateu: -Mas eu estou falando é de amor de homem, de namorado... Então ponderei: -O amor de homem sempre vem acompanhado de ciúmes, sentimento de posse, infidelidade e outras cositas más... Enfim, demonstrações estranhas de amor. Não. Pesando a relação custo x benefício definitivamente vejo que não vale a pena.
Quando penso no turbilhão de emoções misturadas que um namoro acarreta, quando vejo as dores e delícias que ele traz consigo vejo que não é o que eu procuro, não no momento.

E assim vou vivendo, caminhando com minhas dúvidas e meus sentimentos confusos.

Tenho um amigo que sempre diz: "Quando você se sentir triste e com um vazio por dentro, vá comer que com certeza é fome." Talvez ele tenha razão!  Hahaha

Beijos, meu povo!

Verônica