terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Sendo Bom No Que Faz


Para ser bom no que faz...


Para ser bom no que faz, você precisa fazê-lo com amor, com vontade, com afinco.

Para ser bom no que faz é bastante que se tenha, primordialmente, vontade.

Para ser bom no que faz não é necessário anos e anos de estudos acadêmicos e pesquisas profundas, basta estar aberto ao novo.

Para ser bom no que faz é preciso estar atento às minúcias.

Para ser bom no que faz é preciso ter humildade.

Para ser bom no que faz é preciso conhecer seus limites e respeita-los.

Para ser bom no que faz é necessário observação.

Para ser bom no que faz você precisa fazer, errar, aprender com os erros e fazer de novo.

Para ser bom no que faz basta saber que a vida, e todas as coisas que a compõe, são ciclos, e esses ciclos têm um final. Enxergar o final é importantíssimo. Aí vem o recomeço.

Para ser bom no que faz você precisa se comunicar. Ninguém consegue ser bom sozinho encarcerado em uma ilha.

Para ser bom no que faz você precisa de pontes, não de muros.

Para ser bom no que faz é necessário querer ser bom e buscar isso com todas as forças, é necessário esforço ao máximo, mas o importante mesmo é a consciência de que você nunca será bom o bastante. Sempre haverá o que melhorar.

Eu quero ser boa no que eu faço. Quero ser boa para as pessoas ao meu redor, minha família, meus amigos, nos meus relacionamentos, eu quero ser boa no meu trabalho, quero ser boa nos estudos. Eu tento. Eu dou o melhor de mim. Embora, saiba que isso é aquém da minha vontade. Ser bom é uma questão de interpretação de quem vê. Ser a melhor é uma questão de como você o faça. Dando o melhor de si você terá a consciência se saiu-se bem ou não.

Então, pra retificar: Eu quero ser a MELHOR no que eu faço.

Verônica

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Das Coisas Simples Da Vida


(by Cinthya)

Não adianta tentarem provar o contrário, para mim, as coisas que mais trazem felicidade são aquelas mais simples. São aquelas aparentemente pequenas, que passam quase desapercebidas aos olhos de quem não sabe viver. Aqueles gestos pequenos, mas de uma sinceridade sem tamanho. Isso pra mim é felicidade, a real, a autêntica.

Então era prévia do aniversário do Tatau da Banda Ara Ketu e nós, como fãs que somos, decidimos fazer uma surpresa para ele. Eles tocariam na cidade dois dias antes do aniversário. Compramos um bolo, e organizamos uma “mini festa surpresa” para ele. Com a ajuda importantíssima da produção da banda, nós esperamos na rua do Hotel.  Cinco adultos e uma criança dentro do carro. E muitos, muitos balões que enchemos ali mesmo. Então eramos, nós seis, o bolo, as lembrancinhas, as balas, os balões e todo o calor de Petrolina. A gente ria tanto porque em determinado momento alguém disse: “Vamos parar de encher balão porque daqui a pouco a gente vai precisar escolher quem fica dentro do carro... Nós ou os balões!”.

De repente a banda chega e saem do carro-sauna aquelas pessoas loucas com um monte de balão (estourando) e rindo muito. O Tatau olhou e imaginou tudo, menos que fosse pra ele. Então ficou surpreso, sem jeito e feliz. Subimos para o restaurante do Hotel e lá cantamos os parabéns, com toda a banda reunida. Com direito a chapeuzinho e tudo mais.

De presente o Tatau ganhou futebol de botão, peão, gude, soldadinho de plástico. Ele amou. Começou a falar da infância, que foi campeão de botão, que era muito divertido. E foi muito bom ver a euforia com que ele abria a embalagem, como se de alguma forma aquele presente tão simples fosse uma ponte entre o homem famoso e o menino pobre de outrora. Ele emocionou-se. Foi nítido e prazeroso ver isso.

Ele também recebeu um escapulário como desejo nosso de proteção para ele. E ele o pôs na mesma hora. E foi com ele para o show. E agradeceu em público pela surpresa que fizemos, que ele ficou mesmo muito feliz pelo carinho, pela sinceridade e pela festa. É, nós o surpreendemos, da forma mais positiva. Da forma mais simples.

Tatau não tem tudo o que quer porque, segundo ele, ninguém tem. Mas ver a felicidade dele ao receber coisas tão simples, ver a expressão dele ao relembrar a infância e os joguetes de guri foi muito bom. Nos deu uma sensação de provar aquilo que sempre pregamos, de ver acontecer aquilo que sempre defendemos. A felicidade existe e ela vem em pedaços. Aproveite. Curta. Faça a sua parte.

Ontem foi um dia especial nas nossas vidas. Conseguimos fazer alguém feliz e essa era a única intensão. E não precisamos de nada além da sinceridade e da simplicidade. É isso que vale. É isso que levamos.

Felicidades, Tatau! 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

O Medo Do Amor*


Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê. 

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade. 

E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro. 

Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos. 

Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.

*Por Martha Medeiros

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

A Má Vontade das Pessoas



Coisa ruim é gente com má vontade. Tô pra ver...

Tem gente que sente prazer em ajudar os outros, já existe gente capaz de ver outras pessoas morrendo e não dá socorro. Algumas vezes estamos numa situação tão difícil que tudo que precisamos é de ajuda. Não necessariamente financeira, nem que a outra pessoa ponha a mão na massa. Só um ombro amigo, uma companhia para nos ouvir, um palavra de conforto.

Procuro dar sempre para as pessoas o melhor de mim, tive uma educação assim, solidária, sou filha de uma mulher muito generosa, então,pra mim ajudar o próximo é fácil e acho que essa qualidade deveria vir de fábrica, em todas as pessoas. Me decepciono, me entristeço, me aborreço quando vejo pessoas ruins, egoístas e individualistas. Algumas pessoas parecem sentir prazer em não ajudar. Outras, podem ajudar e isso não custaria nada, mas ainda assim o fazem como se estivessem indo pra forca.

É tão bom viver num mundo onde você pode fazer o bem para as pessoas e receber o bem de volta. Eu mesma tive várias experiências incríveis onde já contei com a solidariedade de amigos e de estranhos. É reconfortante ser auxiliada por pessoas que você nunca viu na vida.

Por isso, solidariedade é o que desejo para todo mundo!


Verônica

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

"Aprendi A Me Virar Sozinha"


(by Cinthya)

Nós somos o resultado das escolhas feitas. Somos o reflexo de tudo o que vivemos, de bom e de ruim. Nós somos a resposta a tantas perguntas lançadas. O resultado de tantos “nãos” ouvidos e muito “sim” proferido. Somos o resultado final de momentos de silêncio, de gritos abafados, de palavras engasgadas na garganta. Nós somos o resultado de nossas lágrimas derramadas, das dores sentidas, da forma que escolhemos para encarar as situações e seguir.

Eu aprendi, desde muito cedo, a me virar sozinha. Nunca fui a preferida do papai, comecei a trabalhar muito cedo e não parei mais, não aprendi e nunca gostei de dar satisfação sobre as minhas escolhas. Sempre fui desgarrada nesse sentido, pois essa foi a forma que eu encontrei de me defender das coisas que me machucam.

No campo amoroso, nunca tive alguém que fosse necessário para o meu respirar, o meu viver. Quem chegou mais perto dessa condição, me mostrou à duras provas, que não é bem por aí que a banda toca. Quebrei a cara e reforcei a ideia de que era mais seguro continuar esperando apenas de mim. Valorizar a minha liberdade e respeitar sempre a liberdade do outro.

Eu não sei o que é ter alguém para segurar a minha mão todo o tempo. Para dividir os problemas, os medos, as inseguranças que aparecem vez ou outra. Eu não sei o que é ter uma pessoa para me acariciar os cabelos quando chego ao ápice do cansaço. Eu sempre me virei sozinha. Não tive outra opção. Sempre tive que segurar a barra e seguir, sem nem olhar pra trás.

O lado bom de tudo isso é que aprendi como ninguém a lidar com a adversidade, aprendi a ser forte, resiliente. Aprendi que não devo contar com o ovo no cú da galinha, que as pessoas podem ir na hora que desejarem ir, independente da minha vontade de que elas permaneçam. O bom disso tudo é que eu virei um tipo de rolo compressor que saio passando por cima de tudo o que tenta me derrubar. Aprendi a ser forte, e algumas vezes, desconfiada. Aprendi a ver e tocar para então, crer. Preciso de provas concretas, caso contrário nada feito. Aprendi a respeitar a vontade alheia, da mesma forma que gosto quando respeitam a minha. Desenvolvi um individualismo quase que natural. Onde eu posso estar só e ainda assim estar bem.

Mas, existe um lado ruim. Não consigo adular as pessoas. Não sei implorar o amor de ninguém, até porque acredito piamente que amor não é algo que você alcance dessa forma. Não sei pedir um “sim” quando recebo um “não” . Se ele quer ir, não sei puxá-lo pelo braço e pedir que fique, por mais que eu queira que ele fique. E eu até quero. E eu até descobri que sou capaz de querer, de abrir mão de algumas coisas em prol de uma história. Eu até me vi querendo querer, e quis. Mas não aprendi a ficar calada quando duvidam de minha índole, de minha lealdade, de minha dignidade. Ainda não consigo.

Então, eu aprendi sim a me virar sozinha nessa vida. Sofro um bocado, mas chego lá. Dou meus pulos e me ajeito. Não me rendo facilmente. Mas isso teve um preço, a minha paciência é pouca para certas coisas. Fiquei muito prática, ou é ou não é. Isso às vezes atrapalha. Mas essa é a contrapartida da qual eu não consegui escapar.

Vamos levando. Ainda não acabou. Nada é estático e imutável. Talvez eu ainda me molde. Talvez ainda dê tempo. Talvez... Talvez eu ainda aprenda a baixar a guarda, a pedir que fique comigo quando percebo que ele quer partir. Quem sabe...

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O Amor!



O texto a seguir, peguei na internet. No facebook e não sei exatamente a quem pertence a autoria, mas posso garantir que nunca vi um texto tão completo, simples e belo. Quem souber de quem é põe aí nos comentários, por favor!

Boa leitura!


Verônica



O amor

O amor, não é pela pessoa que nos faz bem o tempo inteiro, por muitas vezes essa pessoa pode te irritar, até pode ser a pessoa com maior capacidade de te irritar, mas também, essa pessoa é a que mais te faz sentir bem, o que sente perto dela é inexplicável, não como borboletas no estomago como dizem, isso é paixão, mas algo além disso, uma felicidade por ver a pessoa feliz, e sentir que quer aproveitar cada segundo ao lado dessa pessoa.
Não, não é a pessoa mais bonita do mundo, nem o sorriso mais perfeito, e sim a pessoa mais perfeita pro seu mundo, pois mesmo que conseguisse seguir sem essa pessoa, não seria a mesma coisa, pois nada teria a mesma cor.
Também não é algo que você não duvida nunca, as vezes pode passar pela sua cabeça, será que gosto mesmo? em momentos tensos, mas é só olhar nos olhos da pessoa amada e nada mais importa, os olhos, não perfeitos, mas que é pra você tudo, que as vezes fecha os olhos pra poder ver.
As vezes quando fala da pessoa você sente como se ela estivesse do seu lado, até parece estranho, ai você mede as palavras, pensando que a pessoa está do seu lado, afinal, parece que tudo o que fala ao lado dessa pessoa pode parecer exagero, mas não é, e quando se dá conta que não está do seu lado, vem uma felicidade e tristeza ao mesmo tempo, bom pela conecção que tem, ruim pela distancia.
Quando fala ao telefone, é tão bom, porque a voz dessa pessoa faz sentir mais perto.
Tudo enfim, cada linha, cada traço, é algo bom, como um lugar que você gosta, pode achar algumas coisas estranhas no começo, mas com o passar do tempo, você ama cada parte, cada centímetro e reconhece e se sente bem. Mesmo explicando tanto, inexplicavelmente bom... Assim, simples e complexo é o amor...

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Rapadura É Doce... Mas Não É Mole Não!

(by Cinthya)

Todo mundo um dia passa pelo seu “inferno astral”, “momento de crise”, “dia gris” ou seja lá como queira intitular essas fases inevitáveis que surgem sem serem chamadas, sem serem desejadas, sem serem bem-vindas. Impossível fugir delas. Um dia ela chega e isso vale para todos. Independente da classe social, da cor da pele, da cor da alma. Um dia você vai abrir a janela e o sol estará por trás das grandes nuvens cinzas. Nuvens carregadas.

Como um grande ciclo, uma engrenagem que funciona independente de sua vontade as fases da nossa vida se alternam. Ora antecipando primaveras. Ora esticando invernos. Essa alternância parece existir indiferente da nossa vontade. Como se uma lei maior comandasse os dias, os ciclos, as fases pelas quais precisamos passar. Os sabores e dissabores estão aí para todos. A condição de “estar vivo” é provar um e outro.

Então as fases ruins vão chegar, ainda que não seja essa a nossa vontade. No entanto, nós podemos escolher a forma de encará-las, de enfrentá-las, de vivê-las. É opcional o jeito que a gente lida com os problemas. O tamanho que ele tem é exatamente determinado por nós. É a nossa força ou fraqueza que faz o problema ser pequeno, e fácil de resolver ou gigantesco, a ponto de nos engolir.

É a nossa fé que vai nos conduzir pelo caminho da praticidade em resolver tudo, encarar tudo com a maior leveza possível e, se possível, rindo de nós mesmo ou vai nos deixar caídos, inertes, como marionetes vivendo à própria sorte (ou falta dela). É nosso o poder de escolher a forma como queremos encarar os nossos dias, sejam eles de luz ou de sombra. É nossa a capacidade de se fortalecer diante das adversidades, de usar os problemas como escada rumando sempre para o alto. É nossa a maestria de chorar somente o suficiente para aliviar a carga e depois, enxugar as lágrimas e tocar o barco adiante.

Problema sempre vêm em cadeia. Um puxando o outro e por tanto a atenção à forma como nós os encaramos é essencial. A vigilância tem que ser constante. Nada de render homenagens a problemas. Quem merece ser homenageado no palco da nossa vida somos nós mesmos e ela, claro, A Vida!

Opte por ser maior e mais forte. Você pode até não ter o poder de acabar com o problema que insiste em te perseguir, mas você pode escolher a forma de encará-lo. Então, escolha ser mais forte que ele. Você pode. Em verdade, você é!