segunda-feira, 25 de março de 2013

Gosto De Gente Feliz!


(by Cinthya)


Gosto de gente feliz! Gente que sabe rir de seus próprios problemas. Gente que traz a leveza no sorriso, no olhar. Gosto de gente que se preocupa com suas energias, que alimenta coisas boas, que atrai, conseqüentemente, coisas boas para suas vidas. Gente que sabe levantar depois da queda, sem muita lamúria, sem tanta reclamação.

Gosto de gente que toma a dianteira da vida e segue seu rumo. Gente que não dá muita ousadia aos problemas que surgem, gente que não assume o papel de vítima diante das circunstâncias e conseqüências de suas escolhas no decorrer da vida. Gosto de gente que sabe calar quando o silêncio é necessário, que sabe abraçar, que sabe olhar para a felicidade alheia sem malícia.

Gosto. Gosto muito de gente feliz! E isso não implica que não tenham problemas, de forma alguma, isso significa que sabem lidar com os problemas que têm, que sabem resolver suas pendências sem se transformarem em poços ambulantes de coisas ruins. Gosto de gente que, mesmo chorando, sustenta a leveza de seu ser. Gente que traz o bem no coração.

Gosto de pessoas animadas, alegres, divertidas, engraçadas. Gosto de pessoas que desejam o bem das outras pessoas. Admiro pessoas bem resolvidas, bem encontradas, bem decididas, bem humoradas. Gosto muito mesmo de estar na companhia de quem me arranca sorrisos, de quem sabe trazer perfumes para encantar meu dia.

Gosto de gente que se supera. Gente que não se rende, gente que sabe viver, que aproveita a vida, que alimenta os sonhos, que vive o que tem de melhor, que exalta o sorriso, a bondade, a alegria. São essas pessoas que entram na minha vida pra nunca mais sair. É a lei da afinidade!

Gosto de gente de alma leve. É de gente assim que eu gosto. Gente que cai, se machuca, se estrepa, se corrói de dor e ainda assim dá risada de seus problemas. Ainda assim, sustenta sua alegria. Ainda assim, segue a vida sem se transformar numa mala cheia de coisas ruins e negativas.

Gosto de gente feliz!

sexta-feira, 22 de março de 2013

Apenas Paz!




Paz

O estado de paz não depende de onde estou, com quem estou, mas fundamentalmente de como estou. É possível manter a mesma tranquilidade tanto num congestionamento de trânsito quanto numa bela praia deserta porque a paz está dentro de mim. Ela é a saúde normal do ser. Mas quando me sinto ansioso, preocupado ou nervoso tenho a nítida percepção de que estou desalinhado. É a memória eterna sinalizando que saí da minha posição natural de paz.
*
Paz é energia. Uma força pura que penetra a casca do caos e coloca coisas e pessoas em uma ordem equilibrada. Exercer o poder da paz abarca o princípio fundamental da espiritualidade: olhar para dentro a fim de olhar para fora com coragem, propósito e significado. E de quem é essa responsabilidade? Pode aquele que permanece sem paz ser um instrumento para a paz? A autenticidade da ação depende da autenticidade da pessoa.
* Extraído do livro "A Paz de Todo Dia - volume 1”, publicado pela Editora Brahma Kumaris 


quinta-feira, 21 de março de 2013

Você Tem Orgulho das Escolhas que Fez?




 “E” e “Se” são duas palavras, que separadas são, inofensivas, mas quanto as juntamos, elas vestem uma roupa assustadora, com elas podemos disparar o gatilho das dúvidas e arrependimentos e sensações de desconforto. “E se eu tivesse ido por aquele caminho?” “E se eu não tivesse feito o que fiz?” “E se eu tivesse ficado com ele?” “E se eu não tivesse tido medo?”

Às vezes eu paro e fico pensando na minha vida, nas escolhas que fiz. E essas duas palavrinhas me aterrorizam. Questiono-me como minha vida teria sido, se as escolhas que tivesse feito fossem outras. Depois, paro, penso e descubro que não há do que me arrepender. As escolhas que fiz foram as melhores que poderia fazer naquele momento. Se escolhi o caminho que escolhi foi por achar que, naquele momento, era o melhor a fazer.

Aí meu segundo questionamento: Você tem orgulho da vida que leva? Tem orgulho da profissão que escolheu. Tem orgulho das coisas que faz? A vida é uma só, uma vez tomada uma decisão, não há mais o que fazer a não ser arcar com as conseqüências dela.

Conversei com algumas pessoas próximas nos últimos dias e pude constatar que mais da metade, se pudesse, mudaria a vida que tem. Trocaria o caminho que segue, escolheria outro caminho. A maioria das pessoas que me cerca não tem orgulho da profissão que tem, não tem prazer no que fazem, não estão satisfeitas com os frutos que estão colhendo. Frutos das escolhas que fizeram lá atrás.

Qual o sentido da vida? O que estamos fazendo? Para onde estamos indo? Seguindo como robôs, vivendo uma rotina de repetições e alheios a sentimentos e sensações. Os ânimos estão se abrandando, o amor está esfriando. Conseguimos nos manter indiferentes aos dramas vividos por pessoas próximas de nós. Coisas chocantes não nos chocam mais. Será que perdemos a capacidade de nos indignarmos?

Desacreditados, desmotivados, saturados, indiferentes, insensíveis... Foi isso que nos tornamos? Só eu acho isso? Eu estou confusa ou o mundo está confuso?

Não, definitivamente as coisas não estão no seu curso normal.

Verônica

quarta-feira, 20 de março de 2013

"É Muito Bom Saber Que Você É Meu Amigo"



(by Cinthya)

Eu precisava falar com alguém. Estava sufocada, entalada. Emoção demais presa aqui dentro, quase explodindo. Eu precisava falar. Mas não podia ser qualquer ouvinte. Tinha que ser alguém que soubesse ouvir sem julgar, ouvir sem me interromper, ouvir sem demonstrar cansaço ou irritação. Simplesmente ouvir

Eu precisava de alguém que me oferecesse o ombro, depois o outro se preciso fosse. Que me deixasse chorar, caso eu sentisse necessidade, alguém que tivesse a fineza, a maturidade e a boa vontade de colocar-se no meu lugar para entender o que eu estava sentindo.

Eu precisava muito falar com uma pessoa assim. Uma pessoa que eu sei, jamais iria responder com grosserias ou descaso. Uma pessoa que eu sei, escutaria tudo como se as palavras pronunciadas por mim fossem um dever de casa a ser escutado, decorado, entendido. Que me daria toda atenção e silêncio que eu precisava naquele momento.

E eu precisava. Precisava muito de alguém maduro o suficiente para entender que algumas vezes a gente só precisa falar, desabafar, compartilhar. Algumas vezes a gente se sente tão cansada e cheia de atribuições que a leveza faz falta, que a simplicidade faz falta, que o amor faz falta.

Eu liguei e conversei. Ela me ouviu e não me condenou. Entendeu, acrescentou, acalmou. Ela é sempre assim, não julga. Procura entender, procura ajudar, procura ser o melhor porto para onde a gente possa ir. E então, foi apenas uma ligação telefônica, mas com um poder imenso de me trazer o alívio que a alma minha precisava sentir.

Amigos, um tesouro de valor incalculável! 

Cuide bem dos seus.

terça-feira, 19 de março de 2013

A Hora de Falar




Imagem retirada da internet



Quando é a hora ideal pra conversar com os filhos sobre sexo, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, drogas? Quando os pais devem chamar os filhos para o tão temido e esperado “papo-cabeça”?

Com a censura cada dia mais em desuso, com a falta de filtro e de cuidado, a TV é responsável por 80% da iniciação sexual de crianças e adolescentes no país. Cenas de sexo explicito em plena tarde, desenhos e filmes considerados como infantis e cheio de mensagens subliminares incitando a sexualidade. Uma enxurrada de pornografias invadem os lares diariamente e alguns pais nem se dão conta disso.

E quando o filho pergunta como ele nasceu? Quando o filho pergunta o que é o órgão sexual masculino, ou feminino? E aí? Essa conversa de que ele veio da cegonha não cola mais. Não hoje onde a precocidade é iminente. As crianças nascem cada dia mais espertas.

Quando falar com o filho sobre as drogas e os perigos do mundo? Quando apresentar a maconha ao filho? Ou falar sobre outras drogas... Ou falar das ciladas revestidas de propostas tentadoras que ele encontrará pelo caminho ao longo da vida?

Esses são desafios que os pais estão enfrentando nos lares. Sempre enfrentaram e agora ainda mais. Se os pais não falarem os filhos saberão no mundo e talvez não seja da melhor forma.

Um dia desses um colega de trabalho estava contando como foi o dia em que o pai apresentou a maconha pra ele. Chamou pra conversar, mostrou aquele cigarro diferente e perguntou se ele sabia o que era. Ele não sabia. Ele contou que ficou em choque e ao mesmo tempo extasiado por estar diante de um cigarro de maconha, e aí a parte mais chocante pra ele, o pai começou a falar dos males que causava, da dependência química, dos problemas financeiros, da derrocada na vida de um homem. Ele conta que foi surpreendente pra ele aquela atitude do pai, mas que daquele dia em diante ele perdeu toda e qualquer curiosidade em experimentar qualquer tipo de entorpecente.

Os valores morais e éticos são inseridos na criança desde os primeiros meses de vida, ensinar que se deve respeitar a professora na escola e não pegar o brinquedo do coleguinha já são os primeiros passos. Mas, infelizmente, os pais também precisam contar com a sorte. Ensinar o que é certo o que é errado e torcer para que ele escolha o melhor caminho.

O desafio de educar uma criança numa sociedade onde os valores morais estão distorcidos é enorme. Ensinar valores morais a um filho, mesmo vendo que os valores estão corrompidos e as pessoas parecem meio perdidas, cultuando coisas erradas, é uma tarefa dificílima. Desejo sorte aos pais!


Verônica


segunda-feira, 18 de março de 2013

Quem Com Ferro Fere...



(by Cinthya)

Fiz uma coisa feia. Muito feia. Na verdade tenho dúvidas sobre a dimensão da palavra “perdão”. Será que só se perdoa alguém quando se esquece completamente o “mal” recebido? Enfim, esse é um campo minado, de difícil acesso e quase impossível adentrá-lo sem que algo seja machucado. Coisas delicadas demais.

Então, nas voltas que o mundo dá... Nas idas e vindas da vida, certa situação se reverteu a meu favor e quem outrora fora meu algoz, hoje precisou de mim quase que na mesma proporção. E o que eu fiz? Eu tinha duas escolhas: ajudá-lo e provar minha superioridade espiritual ou dar a ele a mesma moeda que recebi de suas mãos tempos atrás.

E descobri que não sou tão evoluída. Não consegui passar uma borracha nas letras. Aliás, eu até passei a borracha, mas ficou tudo manchado como se a história tivesse sido escrita à caneta que não apaga completamente a tinta. E eu omiti a ajuda da mesma forma que me foi omitida no passado. Não foi impulso. Foi tudo pensado e repensado. Não me senti feliz, aliviada. Não. Não sorri, não tive sensações de prazer, não senti gosto de vingança. Não. Também não achei bonito e muito menos nobre o meu gesto. 

Mas eu precisava fazer assim. Precisava fazê-lo sentir como incomoda ver que alguém pode nos ajudar e, simplesmente, opta por não fazer. Em outros tempos eu não teria me omitido, mas hoje, cansada como estou, madura como estou, baqueada como estou, calejada como estou, sinceramente, não tenho mais disposição para disputar o cargo de santa.

Quanto mais boazinha a gente é, mais as pessoas usam e abusam de nossa bondade. E eu, muito sinceramente, cansei. Posso até estar perdendo meu passaporte para o céu, mas não vou mascarar meus sentimentos. Se você me magoou, vai saber, vai sentir. E não espere de mim aquilo que você nunca me deu.


É assim. Agora é assim. Pelo menos dessa vez foi assim. Será que ainda vou para o céu (risos)?

sexta-feira, 15 de março de 2013

Atenção!


“Para onde vai a atenção, energia flui e a vida cresce. Então pergunte-se: Para onde está indo minha atenção ao longo do dia? Quando paro para observar o rumo que está tomando minha atenção, meus pensamentos e minha energia, então eu posso começar a redirecionar meus pensamentos para onde eu gostaria que a vida crescesse. Que hoje eu pare e, com uma visão de futuro, direcione meus pensamentos de forma a dar vida ao que realmente eu quero que cresça.”
Brahma Kumaris